Versos de Natal |
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Revestiu-se para nós de grande alegria a parte final da nossa reunião de 9 de dezembro de 1954. Meimei ocupou as faculdades psicofônicas do médium e anunciou em voz clara: Meus irmãos, Jesus nos abençoe. Graças à Bondade Divina, nossas tarefas foram rematadas com a necessária segurança. As melhoras dos nossos companheiros sofredores, assistidos nesta noite, serão progressivas continuando, assim, no aconchego de nossas organizações espirituais. Agora, solicitamos dos presentes alguns instantes de pensamentos amigos, tão entrelaçados quanto possível, em torno da memória de Jesus, para favorecermos a visita de nossa irmã Cármen Cinira, que algo nos falará, hoje, acerca do Natal. Afastou-se Meimei e a transfiguração do médium dá-nos a entender que outra entidade lhe tomava o equipamento. E, decorridos brevíssimos minutos, com um timbre de voz que nos soava harmoniosamente aos ouvidos, a poetisa Cármen Cinira, em versos encantadores e vibrantes, saúda o Natal que se aproxima, poesia essa que ela própria intitulou por: VERSOS DE NATAL Enquanto a glória do Natal se expande Aqui, reina o Palácio do Capricho Ali, ergue-se a Casa da Ventura, Além, é o Ninho da Felicidade Mais além, clamam sinos com voz pura: Adiante, o Presépio erguido em trono De quando em quando, o Mestre, em companhia E quem contemple a Terra que se ufana, Natal!... O mundo é todo um lar festivo!... Natal! eis a Divina Redenção!... |
| Xavier, Francisco Cândido. Da obra: Instruções Psicofônicas. Ditado pelo Espírito Cármen Cinira. Capítulo 40. FEB. |